﻿<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?><feed xml:lang="pt-PT" xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom"><title type="text">DUARTE NUNO GONCALVES DE JESUS PEREIRA FRANCO</title><subtitle type="text">DUARTE NUNO GONCALVES DE JESUS PEREIRA FRANCO</subtitle><id>uuid:b7b5f2f9-c825-4ae9-a850-a15ef4d9d758;id=6</id><rights type="text">Copyright (C) 2026 DUARTE NUNO GONCALVES DE JESUS PEREIRA FRANCO</rights><updated>2026-04-23T14:42:30Z</updated><author><name>DUARTE NUNO GONCALVES DE JESUS PEREIRA FRANCO</name><uri>https://homecollectionrealestate.pt</uri><email>geral@homecollectionrealestate.pt</email></author><link rel="alternate" href="https://homecollectionrealestate.pt/feed/noticias.xml" /><entry xml:base="https://homecollectionrealestate.pt/pt/noticias/show/muraltalaz-iniciativa-publica-coloca-madrid-na-rota-da-arte-urbana_1/"><id>https://homecollectionrealestate.pt/pt/noticias/show/muraltalaz-iniciativa-publica-coloca-madrid-na-rota-da-arte-urbana_1/</id><title type="text">Muraltalaz: iniciativa pública coloca Madrid na rota da arte urbana</title><summary type="text">Nova Iorque, cidade localizada nos Estados Unidos da Am&amp;eacute;rica (EUA), foi uma das cidades pioneiras a explorar turisticamente a&amp;nbsp;arte urbana: grafittis e murais pintados nas ruas.&amp;nbsp;
H&amp;aacute; mais de 20 anos j&amp;aacute; se organizavam tours que te levavam a&amp;nbsp;bairros fora de Manhattan, onde as paredes de pr&amp;eacute;dios e armaz&amp;eacute;ns serviam de tela. Tinha piada porque eram zonas bem longe dos circuitos tur&amp;iacute;sticos de ent&amp;atilde;o: sa&amp;iacute;as da carrinha, explicavam&amp;#8209;te as obras e voltavas a entrar quase com a sensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de que, a qualquer momento, podia aparecer um gang juvenil como nos filmes.
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Arte nas ruas das cidades sempre houve &amp;ndash; disso d&amp;aacute; conta, por exemplo, o livro Gu&amp;iacute;a del arte urbano de Madrid, de Javier Abarca, um percurso hist&amp;oacute;rico pelas ruas da capital atrav&amp;eacute;s das manifesta&amp;ccedil;&amp;otilde;es art&amp;iacute;sticas de rua.&amp;nbsp;
Como diz&amp;iacute;amos, arte no espa&amp;ccedil;o p&amp;uacute;blico existe desde que h&amp;aacute; alcatr&amp;atilde;o, mas o que j&amp;aacute; n&amp;atilde;o &amp;eacute; t&amp;atilde;o comum &amp;eacute; uma iniciativa p&amp;uacute;blica que valorize este tipo de express&amp;atilde;o art&amp;iacute;stica. Da&amp;iacute; a relev&amp;acirc;ncia do projeto&amp;nbsp;&amp;ldquo;Muraltalaz&amp;rdquo;, impulsionado pela Junta Municipal do distrito de Moratalaz, que em pouco mais de ano e meio j&amp;aacute; reuniu 33 interven&amp;ccedil;&amp;otilde;es de arte urbana em edif&amp;iacute;cios e espa&amp;ccedil;os p&amp;uacute;blicos.
&amp;ldquo;Participaram 30 artistas, todos eles de reconhecido prest&amp;iacute;gio, tanto a n&amp;iacute;vel nacional como internacional. Destacam&amp;#8209;se nomes como Belin, Sfhir, Lula Goce, Diego As, Kalouf, Millo, Satr, Pichiavo, Bublegum, Mr. Difuz ou Dulk. A inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Junta Municipal foi reunir no distrito uma amostra variada das diferentes correntes e t&amp;eacute;cnicas da arte urbana atual. H&amp;aacute; propostas pr&amp;oacute;ximas do realismo, outras fant&amp;aacute;sticas ou figurativas, trabalhos de inspira&amp;ccedil;&amp;atilde;o cubista, algumas pe&amp;ccedil;as que dialogam com a&amp;nbsp;banda desenhada&amp;nbsp;ou com a ilustra&amp;ccedil;&amp;atilde;o e at&amp;eacute; obras que recorrem &amp;agrave; t&amp;eacute;cnica do pontilhismo, a solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es 3D e &amp;agrave; anima&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;rdquo;, explicam a partir da Junta.
Fal&amp;aacute;mos com&amp;nbsp;Asem Navarro, um dos artistas envolvidos na iniciativa, autor de dois murais: &amp;ldquo;Familia de Lobos&amp;rdquo; e &amp;ldquo;&amp;Aacute;ngela&amp;rdquo;.
Temos atr&amp;aacute;s de n&amp;oacute;s o Centro de Servi&amp;ccedil;os Sociais de Moratalaz. Que mural &amp;eacute; este?
O que temos atr&amp;aacute;s &amp;eacute; um dos meus murais e, al&amp;eacute;m disso, traz uma parte ic&amp;oacute;nica do meu percurso inicial. Comecei a pintar na rua, nas paredes. Sempre gostei de desenhar e por a&amp;iacute; fora, mas a minha carreira arrancou precisamente com esta arte de rua.

idealista/news
Podemos dizer que passaste de levar multas por fazer grafittis nas paredes a ser a pr&amp;oacute;pria institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o a pagar&amp;#8209;te para o fazeres&amp;hellip;
Sim, &amp;eacute; verdade que comecei de uma forma um pouco &amp;ldquo;ilegal&amp;rdquo;. Agora, de facto, a C&amp;acirc;mara conta com o meu trabalho para decorar.
Fala&amp;#8209;nos da iniciativa Muraltalaz
O projeto &amp;ldquo;Muraltalaz&amp;rdquo; &amp;eacute; uma iniciativa &amp;uacute;nica. Existem muitas propostas semelhantes no resto da Europa e noutros s&amp;iacute;tios, mas acho que aqui h&amp;aacute; algo especial: re&amp;uacute;ne artistas nacionais e internacionais, vindos de todo o mundo e com estilos muito diferentes entre si.
&amp;quot;Muraltalaz &amp;eacute; uma iniciativa &amp;uacute;nica. Re&amp;uacute;ne artistas de todo o mundo e de diferentes estilos.&amp;quot;
Tens dois murais nesta iniciativa, conta&amp;#8209;nos como &amp;eacute; que entraram em contacto contigo.
Atrav&amp;eacute;s do meu site. Procuravam o meu estilo em concreto. Acho que uma das coisas boas deste projeto &amp;eacute; precisamente terem ido &amp;agrave; procura de linguagens muito diferentes. O meu registo &amp;eacute; um pouco mais juvenil, com aquele toque de grafitti.
Qual foi o teu primeiro trabalho para esta iniciativa?
O primeiro mural foi a&amp;nbsp;&amp;ldquo;Familia de Lobos&amp;rdquo;, no Col&amp;eacute;gio Mart&amp;iacute;nez Monta&amp;ntilde;&amp;eacute;s. &amp;Agrave;s vezes fa&amp;ccedil;o vers&amp;otilde;es de contos infantis: pego nas hist&amp;oacute;rias, interpreto&amp;#8209;as e acrescento&amp;#8209;lhes elementos da arte urbana, do grafitti, para lhes dar um ar mais juvenil. Foi isso que fiz em Mart&amp;iacute;nez Monta&amp;ntilde;&amp;eacute;s, uma reinterpreta&amp;ccedil;&amp;atilde;o da hist&amp;oacute;ria do Capuchinho Vermelho.

idealista/news
E este outro mural &amp;eacute; a &amp;ldquo;Angela&amp;rdquo;?
&amp;Eacute; um mural de um anjo a descer, um s&amp;iacute;mbolo do trabalho de quem est&amp;aacute; nos servi&amp;ccedil;os sociais, a proteger os mais vulner&amp;aacute;veis. Mas tem tamb&amp;eacute;m um segundo significado. &amp;Eacute; uma homenagem pessoal &amp;agrave; minha filha, que nasceu h&amp;aacute; pouco tempo e se chama Angela.&amp;nbsp;
Por isso, a tipografia urbana que aparece em baixo tem o nome dela, &amp;ldquo;Angela&amp;rdquo;. &amp;Eacute;, ao mesmo tempo, um tributo &amp;agrave;s equipas de&amp;nbsp;Servi&amp;ccedil;os Sociais, que fazem um trabalho que considero muito importante, e uma homenagem aos meus.
Quanto tempo demoraste a faz&amp;ecirc;&amp;#8209;lo?
Duas semanas e mais uns dois dias. Gostei de o pintar, mas houve muitos problemas. Um dos principais foi a grua: o terreno &amp;eacute; inclinado e havia tampas de esgoto. A grua teve de ser pequena, do tipo &amp;ldquo;lagarta&amp;rdquo;, e deu bastantes dores de cabe&amp;ccedil;a, era muito mais lenta e tornava o trabalho mais demorado. Houve mais complica&amp;ccedil;&amp;otilde;es do que o previsto, mas l&amp;aacute; fomos contornando tudo e o mural acabou&amp;#8209;se dentro dos prazos.
Como &amp;eacute; que se trabalha num mural destes?
A minha especialidade &amp;eacute; a lata de spray, tinta esmalte em spray, mas, como as fachadas s&amp;atilde;o grandes, &amp;eacute; preciso proteg&amp;ecirc;&amp;#8209;las: come&amp;ccedil;a&amp;#8209;se sempre com uma primeira dem&amp;atilde;o de tinta pl&amp;aacute;stica.&amp;nbsp;
Em superf&amp;iacute;cies t&amp;atilde;o grandes, &amp;eacute; essencial fazer o esbo&amp;ccedil;o com uma quadr&amp;iacute;cula, para que tudo fique bem encaixado. Depois, volta&amp;#8209;se a revestir com tinta pl&amp;aacute;stica e, a seguir, entram em cena todos os efeitos de spray para dar volume, contorno e aquele bocadinho de magia que faz a diferen&amp;ccedil;a.

idealista/news
Quantas latas de spray &amp;eacute; que isto leva?
Isso &amp;eacute; dif&amp;iacute;cil de contabilizar. N&amp;atilde;o te sei dizer em n&amp;uacute;mero de latas, s&amp;oacute; em&amp;nbsp;sacos e sacos. Spray &amp;eacute; uma quantidade enorme.
Tinham liberdade criativa?
Deram bastante liberdade art&amp;iacute;stica, sim, mas sublinharam &amp;ndash; e com raz&amp;atilde;o &amp;ndash; que era importante ter em conta o local e que o mural tivesse rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o s&amp;iacute;tio onde ia ficar.
&amp;ldquo;Deram muita liberdade art&amp;iacute;stica, mas insistem na import&amp;acirc;ncia do s&amp;iacute;tio: o mural tem de estar relacionado com a localiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&amp;rdquo;

idealista/news
Que opini&amp;atilde;o tens desta iniciativa?
Para mim &amp;eacute; algo &amp;uacute;nico, sinto&amp;#8209;me muito orgulhoso. Na minha cidade nunca tinha acontecido nada parecido. Tal como algu&amp;eacute;m se orgulha da sua equipa ou da sele&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Espanha, eu fico muito contente por ver Moratalaz, e Madrid, colocadas no mapa das cidades com arte urbana. E ainda por cima com artistas t&amp;atilde;o bons. Pessoalmente, acho que a sele&amp;ccedil;&amp;atilde;o foi mesmo muito interessante.
O &amp;ldquo;Muraltalaz&amp;rdquo; foi financiado com o or&amp;ccedil;amento da Junta Municipal de Distrito e com verbas adicionais dos fundos de Reequil&amp;iacute;brio Territorial geridos pela C&amp;acirc;mara Municipal.
&amp;ldquo;Acrescent&amp;aacute;mos um valor extra, que &amp;eacute; garantir a plena acessibilidade ao conte&amp;uacute;do&amp;rdquo;, explicam. Em cada obra h&amp;aacute; placas informativas com&amp;nbsp;c&amp;oacute;digos Navilens, que se podem descarregar gratuitamente e d&amp;atilde;o acesso a todos os detalhes das pe&amp;ccedil;as e dos seus autores, num reposit&amp;oacute;rio de conte&amp;uacute;dos adaptado tamb&amp;eacute;m a pessoas cegas ou com baixa vis&amp;atilde;o. Al&amp;eacute;m disso, essas mesmas placas t&amp;ecirc;m valida&amp;ccedil;&amp;atilde;o em leitura f&amp;aacute;cil, o que permite que sejam compreendidas por pessoas com defici&amp;ecirc;nci</summary><published>2026-04-22T00:00:00+01:00</published><updated>2026-04-23T14:42:30Z</updated><link rel="alternate" href="https://homecollectionrealestate.pt/pt/noticias/show/muraltalaz-iniciativa-publica-coloca-madrid-na-rota-da-arte-urbana_1/" /></entry><entry xml:base="https://homecollectionrealestate.pt/pt/noticias/show/dono-do-shakhtar-donetsk_3/"><id>https://homecollectionrealestate.pt/pt/noticias/show/dono-do-shakhtar-donetsk_3/</id><title type="text">Dono do Shakhtar Donetsk</title><summary type="text">O bilion&amp;aacute;rio ucraniano Rinat Akhmetov, considerado o homem mais rico do seu pa&amp;iacute;s e dono do Shakhtar Donetsk, comprou um apartamento de 21 divis&amp;otilde;es e 2.500 metros quadrados no M&amp;oacute;naco por 471 milh&amp;otilde;es de euros, uma das transa&amp;ccedil;&amp;otilde;es mais caras da hist&amp;oacute;ria.
De acordo com uma not&amp;iacute;cia publicada na ter&amp;ccedil;a-feira pela ag&amp;ecirc;ncia Bloomberg, o apartamento ocupa cinco andares no complexo residencial mais luxuoso do principado, &amp;quot;Le Renzo&amp;quot;, constru&amp;iacute;do num terreno aterrado no distrito de Maraterra e inaugurado pelo Pr&amp;iacute;ncipe Alberto em 2024.</summary><published>1900-01-01T00:00:00Z</published><updated>2026-04-23T14:42:30Z</updated><link rel="alternate" href="https://homecollectionrealestate.pt/pt/noticias/show/dono-do-shakhtar-donetsk_3/" /></entry></feed>